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Hospital São Vicente de Paulo agora realiza exame de Ressonância Magnética via UNIMED
Publicado por Assessoria de Imprensa

Data: 05/02/2019

HSVP_facebook_2019_11Mais uma facilidade para nossos amigos de Mafra e região. A partir desse mês, o HSVP fechou a parceria com o plano de saúde Unimed, para a realização dos exames de Ressonância Magnética. O exame que já faz parte da estrutura do hospital desde 2012, até então não tinha credenciamento para atender pela Unimed, porém – focados no bem-estar, comodidade e segurança dos nossos amigos, essa realidade mudou.

No Hospital São Vicente de Paulo, uma das profissionais que trabalha com o procedimento é a médica Louise Caroline Azevedo Ferreira. Graduada pela Universidade do Vale do Itajaí, cursou Especialização – Residência Médica em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, pela cínica X-Leme, Hospital Universitário Cajuru e Santa Casa de Misericórdia de Curitiba. A doutora Louise é a responsável técnica do Serviço de Imagem do HSVP.

Para aprimorar ainda mais o serviço de radiologia, o Serviço de Imagem do HSVP conta com a parceria de outros médicos radiologistas especialistas nas diversas áreas, a partir da telemedicina.

A importância dos serviços de Ressonância Magnética se reforçam quando lembramos que nossa instituição é credenciada como hospital de alta complexidade em Neurocirurgia além de possuir contar com uma Unidade especial de AVC) para atendimento aos pacientes com acidente vascular cerebral.

As imagens são essenciais para a intervenção médica em certos casos neurológicos, o que se torna muito importante para nós estarmos preparados para atender com excelência quem busca por nossos serviços nesses momentos de necessidade.

Por isso em nosso serviço contamos com a participação do Neurorradiologista Dr. Heraldo de Oliveira Mello Neto. Heraldo é médico radiologista que atua exclusivamente na área de Neurorradiologia há 20 anos, possui Fellow em neurorradiologia na Universidade de Toronto, Atual diretor científico da Sociedade de Radiologia e Diagnóstico por Imagem do Paraná e é Ex-Presidente do Conselho Consultivo e da Sociedade de Radiologia do Paraná.

Mas, você sabe por que a ressonância magnética é importante?

Talvez a melhor forma de avaliar a situação do corpo humano seria abri-lo para ver como estão as coisas, certo? Mas isso não é mais necessário, pois, além de não ser uma prática muito adequada, temos a tecnologia como aliada e que desenvolveu soluções interessantes para checar o estado interno do nosso corpo. Entre essas inovações, a ressonância magnética é uma das mais importantes.

A ressonância magnética é um exame que, como o nome diz, usa campos magnéticos para criar imagens em alta definição dos órgãos. Ela “ganha” de outros procedimentos de imagem como o raio-x e por construir imagens em qualquer plano, enquanto estes citados são limitados apenas ao plano axial.

A ressonância funciona como um grande íman que produz um campo magnético ao seu redor. No momento do exame, independentemente do local de estudo (cabeça, ombro, joelho, etc), é colocada uma bobina específica em cada local, que funciona como uma antena, captando o sinal do íman, que é o responsável pela produção das imagens nas diversas sequências que conseguimos visualizar.

Dado esse elevado nível de detalhe e tecnologia, a ressonância magnética se tornou um exame bastante indicado. Ela é importante para diversas situações, como:

  • Diagnosticar infecções no cérebro, medula espinhal e articulações
  • Diagnosticar derrames em estágios iniciais
  • Diagnosticar esclerose múltipla
  • Diagnosticar tumores cerebrais e em glândulas pituitárias
  • Verificar lesões no ombro
  • Verificar ligamentos rompidos em punho, joelho e tornozelos
  • Diagnosticar tendinites
  • Avaliar massas em tecidos moles do corpo
  • Verificar tumores ósseos, cistos e hérnias de disco na coluna

Como é o exame de Ressonância Magnética

Um exame de ressonância magnética é, dependendo do caso, de rápida realização, durando cerca de 15 minutos, além de não causar dores ao paciente. Para que se tenha um bom resultado, é necessário que o paciente permaneça sem se mover, fato que pode causar certo desconforto para algumas pessoas.

Ao chegar para realização do exame em horário marcado, o paciente é preparado com a colocação de um avental. Ele será instruído para que todos os objetos de metais sejam retirados e guardados junto com suas vestimentas. Depois, são realizadas perguntas sobre uso de prótese metálicas, marca-passo, medicamentos em uso, cirurgias prévias, alergias, medo de lugares fechados e o motivo da realização do exame.

Após a assinatura do termo de consentimento, o paciente é levado para a sala de exame e colocado na mesa. Antes do início, um abafador sonoro de ouvidos é colocado no paciente, devido ao alto som emitido pelo aparelho durante o exame. Ele também recebe um dispositivo para que acione a equipe que está realizando o procedimento, caso algum problema aconteça.

Vale ressaltar que, em exames específicos, há a necessidade do uso de contraste. No exame de ressonância magnética, é utilizado o contraste a base de gadolínio, um componente químico pouco reativo, ou seja, raramente causa reações alérgicas.

Durante todo procedimento, o responsável pela condução do exame permanece em uma sala ao lado, em contato via microfone acoplado à máquina com o paciente, passando todas as informações necessárias. Após o término do exame, o paciente é levado ao local onde estão seus pertences para se trocar e ser liberado, sendo orientado para a busca do resultado posteriormente.

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