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Maneco Farinhuk: minha vida no hospital
A história de Manoel Pedro Farinhuk e sua relação com o Hospital São Vicente de Paulo da construção até os dias atuais
Publicado por Assessoria de Imprensa

Data: 09/10/2015

Seu manoel - principal30 de julho de 1950: data que Manoel Pedro Farinhuk não irá esquecer. Terminava ali sua missão de preparação para as festas em prol da nova casa de saúde de Mafra (Hospital São Vicente de Paulo – HSVP). Nascia uma relação duradoura.

Do interior, viera para estudar e vivia com os tios Pedro e Catarina Kuss, participando de forma ativa, desde os 13 anos, das atividades para a construção do HSVP. “Saía um caminhão que arrecadava animais e aves, o que era recebido vinha para a casa do Pedro Kuss. Lá, eu era encarregado de cuidar da criação até a festaâ€. Históricas, as celebrações eram frequentadas pela sociedade, não só mafrense, mas estadual.

 Trabalho, conquista

Tempos depois, já adulto, sua história cruzou novamente com o HSVP. Em 1984, foi convidado para integrar o conselho fiscal da Associação de Caridade São Vicente de Paulo, mantenedora do hospital. Os desafios e conquistas surgiram logo em seguida: como a agilização de uma rifa, angariação de novos membros para a diretoria e atuação no desenvolvimento do livro de ouro – que visava trazer novos associados. A partir dali, com comprometimento e dedicação, sua participação não findou. “Luto e não descanso. Vou atrás e faço! O que puder trazer de bom para o hospital busco conseguirâ€, ressalta.

Integrante desde então da diretoria, nas gestões de 2007 – 2009/2009 -2011 foi eleito diretor presidente da associação. Desse período as histórias, lutas e conquistas são muitas: como os novos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a batalha para angariar fundos para o Serviço de Diagnóstico por Imagem e as campanhas em prol da instituição.

Quando fala de suas vivências no hospital, Maneco – como é conhecido pelos amigos – conta com orgulho as lembranças de menino e de cidadão ativo participando para que a casa, que viera a ser aberta, se desenvolvesse em qualidade e trabalho a cada dia. “Aqui é quase como minha casa, porque eu fui e sou testemunha dessa históriaâ€, conta.

Com o crescimento do hospital, novas demandas surgiram, como a ampliação dos leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI), que somaram um investimento de R$ 2.184.000,00 – parceria do Governo do Estado e contrapartida do hospital, possibilitada com apoio da sociedade. Outro grande desafio de Maneco foi o início dos trabalhos para a construção do Serviço de Diagnóstico por Imagem que atende pacientes internados e externos. “Fomos em busca de apoio e tivemos o respaldo do Governo do Estado, cujo contato foi realizado via 25ª SDRâ€. A obra custou R$ 3,5 milhões sendo investimento estadual com contrapartida da instituição.

Das peleias, suas lembranças trazem boas histórias como a do aumento da arrecadação através da campanha da conta da luz, ação Gol pela Vida (parceria com a Dirmave em que 60 consórcios foram vendidos e o hospital recebeu um automóvel Volkswagen 0km Gol 1.0 – sorteado em um jantar beneficente); Ação Entre Amigos; ação em parceria com a Fundação João XXIII; festa e novas doações de trigo. Atualmente, o hospital consome cerca de 300kg dos quais 150 são doação advindas do Moinho Mafrense e Moinho Catarinense – um diferencial no dia a dia da instituição.

Com 80 anos

Manoel deseja permanecer firme no trabalho, pois acredita que há muito a se conquistar. “Amo o que faço e faço o que amo. Amo essa casa, quero que cresça ainda mais. E ela vaiâ€. Nesse sentido, destaca a importância de valorizar os que fazem parte dessa história. Em sua gestão implantou ações em prol dos funcionários, já para os colaboradores externos, que doam seu tempo e trabalho, ao final do ano há uma retribuição por meio de uma lembrança simbólica. “Gratidão. É preciso agradecer, lembrar das pessoasâ€.

Questionado dos motivos de permanecer junto ao hospital, conta que deseja seguir trabalhando e agradece por ter saúde para continuar. “Saúde não tem dinheiro que pague. Cuido daqui como se fosse minha casa, quem garante que não estaremos aqui um dia?â€. Na diretoria segue firme nas práticas administrativas – como 2º diretor vice-presidente, mas como cidadão faz questão de colaborar com temperinho (cebolinha, salsinha), laranjas e tangerinas.

Manoel lembra com orgulho a participação em importantes momentos do hospital: da concretização do sonho, inauguração, ampliação da UTI, Serviço de Diagnóstico e Imagem e a luta constante por aperfeiçoamento. Toda essa história é motivo de alegria e de busca por novas conquistas. “É preciso arregaçar as mangas e fazer acontecerâ€. Conta ainda que acredita que o hospital fará muito mais e pretende compartilhar as novas experiências.   “Enquanto eu viver estou aquiâ€, finaliza.

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